Sobre nomes novos no PT, diz Limma: "não há uma porteira escancarada"

Ele observa que primeiro se esta verificando internamente quem são os militantes que têm a pretensão de disputar um mandato estadual ou federal

Foto: GP1Deputado Francisco Limma
Deputado Francisco Limma


O presidente do Partido dos Trabalhadores no Piauí, deputado estadual Francisco Limma, observa que neste momento o foco do partido esta na composição da sua chapa proporcional, primeiro verificando internamente quem são os militantes que têm a pretensão de disputar um mandato estadual ou federal. A meta, segundo ele,  é lançar entre 35 a 45 candidatos a deputados (as) estaduais e entre 10 a 15 candidaturas a deputado (a) federal.

Limma revela que alguns nomes já se apresentaram ao PT com possibilidade de disputar candidatura pelo partido, como é o caso do ex-prefeito de Cocal, Rubens Vieira, e o atual diretor do Hospital Infantil, Vinícius Pontes. "Não estamos tratando de nomes que já tem mandato", observa, acrescentando que o partido criou um GTA - Grupo de Trabalho e Acompanhamento, que tem a participação de dirigentes, membros da executiva e parlamentares, para fazer esse levantamento. 

O partido, no entanto, já foi procurado pela deputada estadual Elisângela Moura (PCdoB) e o deputado estadual Oliveira Neto. "Nenhum outro nome procurou o partido até o momento", disse Limma.  A previsão é que a discussão sobre nomes com mandato para ser candidato pelo PT seja feita somente em 2022. O GTA ainda esta definindo critérios, desde o comprometimento  com a questão programática do partido, com os movimentos sociais e , principalmente, que tenha um comportamento que esteja afinado com o Partido dos Trabalhadores. "O PT não tem uma porteira escancarada. A entrada no PT tem um funil e ele é acertado com base em critérios que passe pela Executiva e pelo diretório estadual. Portanto, qualquer anúncio pela imprensa é de inteira responsabilidade dos órgãos de comunicação e de quem está anunciando", afirma.

E ressalta com veemência: "O PT se caracteriza por não ter dono, por ter critério nas suas decisões e por respeitar as suas instâncias partidárias na hora de admitir novos filiados, principalmente pessoas que já são detentoras de mandato. A gente tem clara uma coisa: nós não vamos escancarar a entrada no PT de qualquer um apenas porque esse qualquer um ou qualquer uma quer se viabilizar eleitoralmente. Vamos definir critérios rígidos de comprometimento com o projeto partidário".