Orgulho LGBT: “Uma sociedade mais justa passa pelo direito às pessoas serem o que são”, diz Lula

Durante o governo Lula foi criado o programa Brasil Sem Homofobia, uma política transversal que dialogava com os setores do trabalho, saúde e educação

Foto: Pt.orgCom Lula, LGBTs tiveram direitos assegurados
Com Lula e Dilma, LGBTs tiveram direitos assegurados

O ex-presidente Lula usou as redes sociais para comentar sobre o Dia Internacional do Orgulho LGBTQIA+, celebrado nesta segunda-feira (28).

“Hoje é Dia Internacional do Orgulho LGBTQIA+. A construção de uma sociedade mais justa passa pelo direito às pessoas serem o que elas são. Essas pessoas não são discriminadas quando pagam seus impostos, quando votam, nem quando exercem suas obrigações junto ao Estado e demandam respeito: pelo direito de existirem e exercerem sua vida de forma plena”, escreveu o ex-presidente.

"Por um governo que se preocupe mais em gerar empregos, comprar vacinas, do que disseminar preconceito e fiscalizar a vida alheia. Mais amor e menos ódio”, completou.


Durante o governo Lula foi criado o programa Brasil Sem Homofobia, uma política transversal que dialogava com os setores do trabalho, saúde e educação.

LGBTfobia de Estado

De acordo com o Mapa Mundi da ILGA (Associação Internacional de Gays e Lésbicas), atualmente ser LGBT em 70 países é ilegal e, em alguns casos, pode ser punido com a morte. Em outros casos, há a LGBTfobia de Estado, onde governos se pautam por discursos e lei que visam incitar o ódio e cercear a vida das lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais.

A partir da eleição de Jair Bolsonaro, em 2018, o Brasil entrou no mapa da LGBTfobia de Estado. Antes de mesmo de ser eleito, Bolsonaro já era uma figura que promovia discursos de ódio contra os LGBTs e repetiu a exaustão o argumento de que as pessoas LGBT “buscam privilégios” e que Direitos Humanos é para todos e não para algumas parcelas da sociedade.

Com informações da Revista Fórum