A esquerda e a responsabilidade com uma política de segurança séria e voltada para os mais pobres

A esquerda e a responsabilidade com uma política de segurança séria e voltada para os mais pobres


Através dos governos Lula e Dilma a esquerda esteve no poder central do Brasil por 13 anos. Sua presença no parlamento brasileiro é marcante desde a redemocratização do país e hoje governa diversos estados e cidades brasileiras.
Mas o que a esquerda pensa sobre segurança pública? Na visão da esquerda como deve ser a atuação das Polícias Militares dos diversos estados? E as Forças Armadas?
A esquerda já formulou (e bem) políticas públicas para educação, saúde, assistência social mas e segurança pública?
É urgente que este campo político se debruce sobre o tema e o coloque como prioridade.
O Estado brasileiro está tomado pela marginalidade e este “status” pode vir a piorar ainda mais.
Afinal, as forças de segurança devem dar segurança ao cidadão comum ou lastro ao crime organizado?
Hoje o país é governado por uma família intimamente ligada ao crime (milícias).
Quando assassinatos são revelados invariavelmente registram a participação de agentes públicos da área de segurança.
É promiscua a relação crime organizado/agentes públicos.
O site EL País trouxe em 01 de abril passado excelente reportagem, de autoria de Felipe Betim, que explicita um pouco estas condenáveis relações e o pensarpiaui disponibiliza aqui o link do site para que o leitor veja no próprio El País o trabalho de Betim.
https://brasil.elpais.com/brasil/2019/03/29/politica/1553885098_115676.html?%3Fid_externo_rsoc=TW_BR_CM&hootPostID=364c6f7116ea6c1e252f1d732218e8f6