Tio pedófilo, mãe criminosa, avó traficante: o chorume de onde Michelle Bolsonaro saiu
Pela cara, parece inofensiva. Conservadora, “cristã” com pinta de boa samaritana.
Por Nathalí, colunista, no DCM
Pela cara, parece inofensiva. Conservadora, “cristã” com pinta de boa samaritana.
Esse cinismo tem levado Michele Bolsonaro a lugares de poder, como a presidência do PL mulher, e não é impossível que seja ela a governar e perpetuar as desgraças do Bolsonarismo.
O tio, Gilberto Firmo, é um pedófilo que acaba de ser preso por armazenar pornografia infantil. Em português claro: ele goza vendo crianças serem estupradas.
No celular do canalha, fotos e vídeos de crianças sendo abusadas e, segundo a investigação que levou-o à prisão, centenas de fotos e vídeos de pornografia infantil eram compartilhados com outros pedófilos na internet.
Gilberto Firmo Ferreira, tio de Michelle Bolsonaro
Já a avó que Michelle abandonou sem olhar pra trás e jamais chegou a ajudar, era traficante. Morava na Ceilândia e levava uma vida miserável até morrer de COVID no período nefasto em que o marido da neta estava na presidência e poderia salvar sua vida e muitas outras.
A mulher, que traficava “merla”, um derivado da cocaína, cumpriu pena nos anos noventa e tentou subornar agentes para conseguir liberdade condicional.
Maria Aparecida Firmo, avó de Michelle Bolsonaro
A mãe, que foi presa por falsidade ideológica, também foi acusada de agredir a pedradas um senhor de 62 anos por conta de um aluguel.
Um tio foi condenado a 14 anos de prisão por estupro, em 2018; outro, o sargento João Batista Firmo Ferreira, foi detido como integrante de milícia em Brasília, acusado de ameaças e venda ilegal de terrenos. O caso tramita em segredo de Justiça.
Só gente sangue bom.
E o marido, bem, você já sabe: tem que ficar perto da tomada esperando a tornozeleira carregar, que nem um cachorro na coleira.
Em outras palavras, Michelle nasceu em uma família de criminosos e tomou gosto pela coisa, tanto que se casou com Jair Bolsonaro.
A podridão de onde essa mulher saiu tornou-a quem ela é: não uma vítima, mas uma criatura gananciosa e detestável, que segue os passos da família, que o diga Fabrício Queiroz, que lhe rendeu o apelido de “Micheque”. É investigada por falsificação de cartão de vacina e desvio de dinheiro público no caso Mauro Cid.
Como se não bastasse, ainda tem a história das jóias na Arábia Saudita, que nunca foi explicada.
Ao se casar com Bolsonaro, Michelle sem a menor dúvida honrou a família de criminosos de onde vem.
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