Segurança Pública

Empresária suspeita de agredir empregada grávida no MA é presa em Teresina

Empresária é alvo de mandado após acusação de agressão a gestante e disputa judicial entre versões


Reprodução Empresária suspeita de agredir empregada grávida no MA é presa em Teresina
Empresária suspeita de agredir empregada grávida no Maranhão é presa em Teresina

A SSP-PI informou ter localizado a suspeita em Teresina (PI) após trabalho de inteligência. Ela estava anteriormente na casa de um familiar no bairro Matinha. A Justiça determinou sua prisão e um helicóptero da PM do Maranhão foi enviado para o recambiamento. A defesa afirma que ela se apresentaria voluntariamente.

O que aconteceu

A Secretaria de Segurança Pública do Piauí (SSP-PI) recebeu informações de que a investigada estava em Teresina. A localização ocorreu após ações de inteligência e monitoramento. Antes disso, ela teria permanecido na residência de um familiar no bairro Matinha, na zona Norte da capital.

Diante da decisão judicial que determinou a prisão da empresária ainda nesta quinta-feira (7), a Polícia Militar do Maranhão enviou um helicóptero a Teresina para realizar o transporte da presa. A defesa, por sua vez, alegou que a investigada pretendia se apresentar espontaneamente à delegacia.

O caso envolve a denúncia de Samara Regina, de 19 anos, grávida de seis meses, que afirma ter sido agredida violentamente no dia 17 de abril. Segundo o relato, as agressões ocorreram após ela ser acusada de ter furtado um anel da empresária.

A vítima relatou que foi puxada pelos cabelos, derrubada ao chão e agredida com socos enquanto tentava proteger a barriga. Ela afirmou ainda que, mesmo após o objeto ter sido encontrado na residência, as agressões continuaram, além de ter recebido ameaças de morte caso denunciasse o caso.

Em nota, a defesa da investigada declarou respeito às autoridades e afirmou não ter se recusado a colaborar com as investigações. Disse ainda que já teve acesso ao inquérito e que apresentará sua versão no momento adequado, dentro do devido processo legal. A defesa também repudiou qualquer forma de violência, afirmou que familiares vêm sofrendo ataques e pediu que não haja julgamento antecipado, destacando que o caso ainda está em apuração.

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