Ex-jogador de futebol é preso suspeito de envolvimento em homicídio em Teresina
DHPP cumpriu mandado de prisão contra homem apontado como ligado à execução de Anderson Barroso na zona Norte da capital
Um homem identificado como Mariton, conhecido como “Titela” e ex-jogador de futebol amador, foi preso nesta quarta-feira (24) em Teresina por suspeita de envolvimento no assassinato de Anderson Barroso da Silva. A investigação do DHPP apontou ligação entre o suspeito e o veículo utilizado no crime, ocorrido em março na Vila Mocambinho I. A polícia apura a participação direta ou indireta dele e trabalha com a hipótese de motivação relacionada a facções criminosas.
O que aconteceu
Mariton, conhecido como “Titela”, foi preso na manhã desta quarta-feira (24) pelo Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), durante as investigações sobre a morte de Anderson Barroso da Silva. O homicídio ocorreu em 5 de março deste ano, na Vila Mocambinho I, zona Norte de Teresina.
Segundo o delegado Genival Vilela, a vítima estava reunida com amigos quando um carro se aproximou. Um dos ocupantes desceu do veículo e efetuou diversos disparos. Anderson ainda tentou escapar, foi socorrido e levado ao hospital, mas morreu em decorrência dos ferimentos. Após o crime, os suspeitos fugiram.
Durante a investigação, a polícia identificou o veículo supostamente utilizado na ação e constatou que ele estava na posse de Mariton. Com base nos elementos reunidos, foi cumprido um mandado de prisão temporária e uma busca e apreensão na residência do suspeito. Em depoimento, ele não esclareceu como o automóvel foi adquirido nem sua utilização no crime.
A polícia também levantou informações sobre o histórico da vítima, que era irmã de um homem conhecido pelas forças de segurança e investigado por homicídios. O delegado informou ainda que Mariton já havia sido citado em uma investigação anterior, embora sua participação não tenha sido comprovada na ocasião.
A principal linha investigativa aponta para uma possível relação do crime com facções criminosas. O DHPP segue apurando o caso para identificar todos os envolvidos e esclarecer as circunstâncias da execução.
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