"O PT jogou o jogo democrático, Bolsonaro faz a apologia da ditadura", diz Míriam Leitão

Ela ainda diz: “Na disputa entre Lula e Bolsonaro não há dois extremistas. Há um: Bolsonaro”

Foto: UOLMiriam Leitão
Miriam Leitão

Enquanto O Globo tenta usar da falsa equivalência para equiparar Lula e Jair Bolsonaro como extremos e faz propaganda para uma “terceira via” em 2022, Míriam Leitão nega o rótulo ao petitsta.

Em sua coluna no jornal, a “guedista arrependida” afirmou:

“Na disputa entre Lula e Bolsonaro não há dois extremistas. Há um: Bolsonaro”.

Ela nega que o centro seja um “ponto entre dois extremos”.

“O centro deve procurar seu espaço, seu programa, seu candidato, ou seus candidatos, porque o país precisa de alternativa e renovação. Mas não se deve equiparar o que jamais teve medida de comparação. O ex-presidente Lula governou o Brasil por oito anos e influenciou o governo por outros cinco. Não faz sentido apresentá-lo como se fosse a imagem, na outra ponta, de uma pessoa como o presidente Jair Bolsonaro”.

A colunista ainda diz que a análise não é “uma questão pessoal” e que nenhum dos dois gosta dela, mas ambos são inequiparáveis:

“O PT jogou o jogo democrático, Bolsonaro faz a apologia da ditadura. A frase que abre esse parágrafo eu disse em 2018, em comentários e colunas, no segundo turno das últimas eleições. Era a conclusão da análise dos fatos e das palavras dos grupos políticos que disputavam a eleição”.