Governo Bolsonaro pressiona Petrobras a segurar preço dos combustíveis até o 2º turno

No primeiro turno, boa parte do foco da propaganda eleitoral de Bolsonaro foi sobre cortes nos preços dos combustíveis e gás de cozinha

Foto: Ettore Chiereguini/Agil/Estadão ConteúdoBolsonaro
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O governo Jair Bolsonaro tem pressionado a Petrobras a segurar o aumento dos combustíveis até o fim do segundo turno das eleições presidenciais, dia 30 de outubro, relataram fontes da petroleira.

Nesta semana, a Opep+ (Organização dos Países Exportadores de Petróleo e aliados) anunciou um corte na produção de barris, o que provoca a alta dos preços no mercado internacional.

Segundo informações da jornalista Ana Flor, da GloboNews, analistas avaliam que nas próximas semanas o barril de petróleo pode ultrapassar os US$ 110.

Ainda de acordo com a jornalista, a pressão para um reajuste começou a se intensificar, pois o preço internacional do petróleo vem subindo. Isso dificulta a campanha do presidente, que busca a reeleição.

A Petrobras segue com a política de paridade internacional, já que precisa repassar ao consumidor o custo da importação de petróleo.

No primeiro turno, boa parte do foco da propaganda eleitoral de Bolsonaro foi sobre cortes nos preços dos combustíveis e gás de cozinha.

Com informações do Yahoo 

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