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"Desespero ou má-fé": lideranças do PT classificam ações de Sílvio Mendes

O pré-candidato pelo União Brasil tentou impedir as obras do OPA em Teresina.

Foto: ReproduçãoJoão de Deus, Silvio Mendes e Magalhães
João de Deus, Silvio Mendes e Magalhães

O União Brasil e o pré-candidato à prefeitura de Teresina, Sílvio Mendes, até tentaram impedir que o líder do governo na Assembleia Legislativa, deputado Fábio Novo (PT) tivesse citado seu nome em obras do Orçamento Participativo, alegando propagando extemporânea, mas a ação não prosperou após decisão do juiz Washington Luiz, da 63[MC1] ª Zona Eleitoral.

Mas, o que esta ação promovida por Mendes causou na militância petista? Para os dirigentes a nível estadual e municipal, João de Deus Sousa e Cícero Magalhães, a atitude denota “medo e desespero”.

“Como diz a canção: bateu medo e desespero. Quando um político experiente, que já foi prefeito desta cidade duas vezes, candidato a governador inúmeras vezes, é obrigado a se juntar com um grupo que ele renega todos os dias ao ponto de entrar na justiça para dizer que ele não anda com os políticos que ele declarou apoio a dois anos atrás, agora, aciona novamente a Justiça para tentar proibir o Governo do Estado de fazer obras dentro de uma cidade necessitada como Teresina, de duas uma: ou ele não está mais andando em Teresina e não conhece mais a realidade da capital, ou é má-fé”, afirmou Magalhães.

João de Deus também foi enfático na afirmação e a classificou como absurda, visto que Fábio Novo anda por Teresina já há algum tempo em suas atividades, visitando os 133 bairros da capital por duas vezes.

“Eu acho um absurdo. O Fábio tem comparecido às comunidades e é fato, isso todos os candidatos têm direito de fazer. Os problemas que nós temos em Teresina são solucionados com a ação concreta do Poder Público. E nós temos uma prefeitura com a dificuldade tremenda de solucionar os problemas do povo da cidade, basta ver o sistema de transporte coletivo, completamente desmontado. Graves problemas na saúde e educação. O Poder Público estadual com um programa que tem a participação da população,  socorre a cidade e vem uma pessoa que disputou a prefeitura sentado na máquina e quer parar um programa deste, é lamentável. É lamentar a posição do ex-prefeito, ele dá um tiro no pé à medida que ele tenta impedir que os investimentos cheguem as comunidades”, enfatizou João de Deus.

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