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OUTRA BRIGA: dIsputa no PL em SC expõe conflito entre Carlos Bolsonaro e Ana Campagnolo

O filho de Bolsonaro chamou a deputada do PL catarinense de ‘mentirosa’


Reprodução OUTRA BRIGA: dIsputa no PL em SC expõe conflito entre Carlos Bolsonaro e Ana Campagnolo
Ana Campagnolo e Carlos Bolsonaro

Nesta sexta-feira (31), o vereador Carlos Bolsonaro (PL-RJ) contestou publicamente declarações feitas pela deputada estadual Ana Campagnolo (PL-SC) sobre a disputa interna do Partido Liberal em Santa Catarina para as eleições de 2026. A parlamentar havia afirmado, em postagem nas redes sociais, que havia um acordo prévio envolvendo vagas ao Senado entre PP e PL no estado, e que a candidatura de Carlos Bolsonaro substituiria a da deputada federal Caroline de Toni (PL-SC).

Campagnolo, que preside o PL Mulher em Santa Catarina, afirmou que o Progressistas manteria a candidatura de Esperidião Amin ao Senado e que, por acordo partidário, a vaga do PL teria sido destinada inicialmente a Caroline de Toni, mas estaria sendo direcionada para Carlos Bolsonaro. “Eu só disse que as pessoas precisavam saber disso, saber das coisas como são”, declarou.

A fala repercutiu e chegou ao X (antigo Twitter), onde Carlos Bolsonaro negou a versão apresentada pela deputada. “Não sejam mentirosos! Absolutamente nada do que essa menina está falando é verdade. Quanta baixaria! Lamentável”, escreveu o vereador.

A discussão teve início na quinta-feira (30), durante entrevista de Campagnolo à Rádio São Bento, quando ela comentou o cenário eleitoral catarinense e manifestou preferência por lideranças locais para a disputa ao Senado. A deputada reconheceu que Jair Bolsonaro se movimenta politicamente para assegurar espaço à família, mas afirmou que seu apoio nas eleições deve priorizar nomes consolidados no estado, como o de Caroline de Toni.

As declarações refletem tensões internas no PL de Santa Catarina, onde parte da base considera que a eventual candidatura de Carlos Bolsonaro poderia deslocar lideranças regionais da linha de frente eleitoral. Campagnolo também saiu em defesa do governador Jorginho Mello (PL), enfatizando que ele não seria o responsável por qualquer articulação que envolva a possível candidatura do vereador ao Senado.

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