Comunicação

Jornalista se emociona ao citar avanço de mulheres negras em entrevista com Lula

Luciana Barreto destacou o simbolismo da presença de duas mulheres negras na bancada do “Sem Censura”


Reprodução Jornalista se emociona ao citar avanço de mulheres negras em entrevista com Lula
Jornalista se emociona ao citar avanço de mulheres negras em entrevista com Lula

A jornalista Luciana Barreto se emocionou durante entrevista com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva no programa “Sem Censura”, da EBC. Ela destacou o simbolismo de duas mulheres negras integrarem a bancada que entrevistava o presidente e relacionou o momento aos avanços sociais promovidos por políticas públicas de inclusão.

O que aconteceu

Durante entrevista exibida na última sexta-feira (22), Luciana Barreto afirmou que tentava “fingir normalidade” diante da importância simbólica de ver duas mulheres negras conduzindo uma entrevista com o presidente da República. A jornalista disse não se lembrar de outro momento semelhante na televisão brasileira, ao que Lula respondeu: “Nunca”.

Emocionada, Luciana atribuiu a cena às políticas públicas que ampliaram a mobilidade social da população negra no país. Ela também comentou sobre os ataques e discursos de ódio direcionados às mulheres negras, especialmente nas redes sociais, afirmando que essas reações estão ligadas ao avanço social da população preta.

A jornalista declarou que pessoas negras ainda enfrentam resistência em espaços historicamente ocupados por elites, mas ressaltou a importância de ocupar esses lugares, como a bancada de um programa que entrevista o presidente da República.

Lula respondeu que políticas de inclusão sempre enfrentaram preconceito e resistência. Segundo ele, o objetivo dessas medidas é garantir igualdade de oportunidades, sem retirar direitos de outras pessoas. O presidente afirmou que deseja apenas que jovens negros e filhos de trabalhadores tenham acesso às mesmas oportunidades educacionais.

Ao citar mudanças no ensino superior, Lula mencionou a transformação no perfil dos estudantes da USP, destacando o aumento da presença de negros e pardos vindos da periferia.

Siga nas redes sociais

Deixe sua opinião: