Religião

Ex-freira Bruna Miranda critica Frei Gilson em entrevista à pesquisadora Aline Câmara; veja o corte

Ela questionaa influência do discurso do Frei sobre fiéis e debate os efeitos que determinadas práticas religiosas podem provocar na saúde mental de pessoas inseridas em ambientes marcados pelo controle e pela obediência


Reprodução Ex-freira Bruna Miranda critica Frei Gilson em entrevista à pesquisadora Aline Câmara; veja o corte
Aline Camara, Bruna Miranda e Frei Gilson

O Pensar Piauí publica um corte da entrevista concedida por Bruna Miranda à terapeuta e pesquisadora Aline Câmara, uma das principais referências brasileiras no estudo da Síndrome do Trauma Religioso (STR). Durante a conversa, Bruna faz duras críticas ao influenciador católico Frei Gilson, relacionando seu discurso a práticas que, segundo ela, reforçam culpa, medo e mecanismos de controle psicológico dentro de ambientes religiosos.

Bruna Miranda ganhou projeção nacional ao tornar públicas as experiências que viveu durante o período em que esteve em um convento católico. Ex-freira, ela relata episódios de negligência médica, abuso psicológico e situações que, segundo afirma, evidenciam problemas estruturais na vida religiosa. Após deixar a Igreja, passou a atuar como artista, educadora social, criadora de conteúdo e apresentadora do projeto Pod Se Libertar, voltado ao acolhimento de pessoas que enfrentaram traumas religiosos.

A entrevista é conduzida por Aline Câmara, terapeuta, educadora e pesquisadora reconhecida por seu trabalho sobre os impactos psicológicos da doutrinação religiosa. Com atuação independente e abordagem laica, ela produz conteúdos sobre ansiedade, culpa, medo do inferno, repressão emocional e outros efeitos associados ao trauma religioso, além de entrevistar ex-integrantes de diferentes tradições religiosas.

Neste trecho divulgado pelo Pensar Piauí, Bruna Miranda direciona críticas contundentes a Frei Gilson, questionando a influência de seu discurso sobre fiéis e debatendo os efeitos que determinadas práticas religiosas podem provocar na saúde mental de pessoas inseridas em ambientes marcados pelo controle e pela obediência. O corte integra uma entrevista mais ampla dedicada à discussão sobre trauma religioso, liberdade de consciência e reconstrução da vida após experiências de abuso em contextos de fé.

Siga nas redes sociais

Deixe sua opinião: