Eliminação do Brasil na Copa leva marcas a ajustarem campanhas
Itaú, Rexona e Vivo mudaram estratégias de comunicação após a derrota da seleção para a Noruega
A eliminação do Brasil da Copa do Mundo após a derrota por 2 a 1 para a Noruega levou patrocinadores a reverem suas campanhas. Itaú, Rexona e Vivo foram as marcas que reagiram mais rapidamente, adaptando ou retirando ações publicitárias para alinhar a comunicação ao sentimento de frustração da torcida.
O que aconteceu
A derrota do Brasil para a Noruega encerrou a participação da seleção na Copa do Mundo e provocou mudanças nas estratégias de comunicação de marcas ligadas ao torneio. Embora muitas campanhas de apoio ainda estivessem sendo exibidas na TV e nas redes sociais após o apito final, Itaú, Rexona e Vivo ajustaram rapidamente suas ações.
Patrocinadora da Fifa, a Rexona exibiu ainda durante a partida a mensagem “não importa o resultado, Rexona nunca te abandona”. Cerca de 40 minutos após o jogo, publicou um vídeo com torcedores emocionados e reforçou o conceito da campanha nas redes sociais.
O Itaú, patrocinador da seleção brasileira, retirou do ar conteúdos relacionados ao confronto. Dez minutos após o fim da partida, iniciou a exclusão de publicações e, em aproximadamente 40 minutos, havia removido mais de 500 posts do Instagram, além de alterar a descrição do perfil para “No vazio feito você”.
A Vivo reagiu algumas horas depois, publicando um vídeo de seis segundos com a expressão “modo avião” e uma mensagem direcionada aos torcedores.
Antes da eliminação, patrocinadores da CBF e outras empresas intensificaram campanhas com influenciadores, ações promocionais e conteúdos voltados ao mata-mata. Marcas como Volkswagen, Guaraná Antarctica, Google, Uber, Sadia e iFood também promoveram ativações ligadas ao torneio, que registraram elevados índices de alcance e engajamento. Até as 23h30, porém, apenas Itaú, Rexona e Vivo haviam divulgado novas peças após a derrota, diante do desafio de adaptar a comunicação ao clima de frustração dos torcedores.
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