Eduardo Bolsonaro é servidor da Políca Federal. Boulos pediu sua exoneração
Muita gente não sabe, mas Eduardo Bolsonaro é escrivão da Polícia Federal
Muita gente não sabe, mas Eduardo Bolsonaro é escrivão da Polícia Federal. Ou seja, enquanto ocupa uma cadeira na Câmara dos Deputados, também mantém vínculo com uma das instituições mais estratégicas do Estado brasileiro. Isso significa, na prática, que um agente da PF atua de dentro do Congresso contra a soberania nacional. O deputado tem se envolvido em articulações para desestabilizar instituições democráticas, além de atuar na sombra de interesses estrangeiros, como ficou evidente nas recentes denúncias sobre suas relações com setores da extrema direita internacional.
Nos últimos meses, Eduardo intensificou seus ataques ao Supremo Tribunal Federal, à democracia e às autoridades brasileiras, incluindo membros da própria PF. Sua postura tem sido de confronto constante com os princípios constitucionais, apostando no caos e na ruptura institucional. Mais grave ainda, ele tem se movimentado nos bastidores para desmontar instrumentos de combate à criminalidade e proteger aliados acusados de crimes graves, o que coloca em xeque sua permanência no cargo de escrivão da Polícia Federal.
Diante desse cenário, o deputado federal Guilherme Boulos (PSOL-SP) tomou uma atitude firme: protocolou junto à Polícia Federal um pedido de exoneração imediata de Eduardo Bolsonaro do cargo de escrivão. Para Boulos, não se pode tolerar que um servidor público, cuja função exige fidelidade à Constituição e ao Estado Democrático de Direito, utilize sua posição para trair a pátria e enfraquecer as instituições. Trata-se de uma medida urgente para preservar a integridade da PF e a soberania do país.
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