Primeira família de Maradona insinua que ex-mulher seria responsável por morte do jogador

A vida familiar do jogador foi marcada por muitas confusões

Foto: O GloboRocío Oliva e Mradona
Rocío Oliva e Mradona

A morte de Diego Maradona, na semana passada, escancarou os problemas familiares e as desavenças entre ex-mulheres e filhas do ex-jogador.

No dia do velório, Rocío Oliva, sua última companheira, com quem esteve por seis anos, foi impedida pela família de participar da cerimônia de adeus ao craque.

Embora tivesse sido avisada de que não poderia entrar, Rocío foi até a Casa Rosada, onde a despedida estava acontecendo. Os seguranças impediram sua passagem.

Os argumentos da família deixam claro uma tentativa de responsabilizar Rocío por uma tristeza que poderia ter acometido no último período de vida de Maradona e inclusive ter prejudicado seu estado de saúde.

A família do jogador alega que foi pedido para Rocío ir ver Maradona no aniversário de seus 60 anos (em 30 de outubro), mas ela se recusou. Daí responsabilizaram ela pela tristeza e pela depressão que ele estava enfrentando.

Rocío ainda afirmou que tentou ver Maradona em seu aniversário de 60 anos, pois teria ficado sabendo do pedido do ex-jogador. "Diego queria me ver, muita gente que estava ao lado dele me disse. Eu não falava com ele. Mas queria [encontrá-lo]. Me pus à disposição quando vi que estava mal em seu aniversário” afirmou ela, segundo o "Clarín".

As responsáveis pela velório de Maradona  foram Claudia Villafañe, ex-mulher, e as filhas dela com Maradona, Dalma e Gianinna.

Dalma e Giannina já tinham tido problemas com Rocio. A responsabilizavam pelo estado debilitado que ele apareceu em algumas festas, enquanto os dois estavam juntos. Maradona chegou a gravar um vídeo em que ameaçava não deixar herança para as duas filhas depois das declarações.

Reportagem recente do "Clarín", publicada em 14 de junho deste ano, tratava de outra discórdia entre as três e o advogado e amigo de longa data do craque, Matías Morla.  Diego, na ocasião, saiu em defesa do amigo.

"Ele me salvou a vida em todos os sentidos. Eu estava arruinado quando começamos a trabalhar juntos. Ninguém queria me contratar." Ele ainda afirmou: "Tenho outros filhos, e eles se dão bem com Matías. O que acontece é que as meninas decidiram estar com a mãe, e Matías é quem me defende de Claudia. Elas precisam entender que ele está me defendendo de quem me roubou".

Fato é que Maradona tinha problemas pessoais aos montes, e todos que fizeram parte de sua vida acabaram envolvidos --direta ou indiretamente.

A morte de Diego Maradona, na semana passada, escancarou os problemas familiares e as desavenças entre ex-mulheres e filhas do ex-jogador.

No dia do velório, Rocío Oliva, sua última companheira, com quem esteve por seis anos, foi impedida pela família de participar da cerimônia de adeus ao craque.

Embora tivesse sido avisada de que não poderia entrar, Rocío foi até a Casa Rosada, onde a despedida estava acontecendo. Os seguranças impediram sua passagem.

Os argumentos da família deixam claro uma tentativa de responsabilizar Rocío por uma tristeza que poderia ter acometido no último período de vida de Maradona e inclusive ter prejudicado seu estado de saúde.

A família do jogador alega que foi pedido para Rocío ir ver Maradona no aniversário de seus 60 anos (em 30 de outubro), mas ela se recusou. Daí responsabilizaram ela pela tristeza e pela depressão que ele estava enfrentando.

Rocío ainda afirmou que tentou ver Maradona em seu aniversário de 60 anos, pois teria ficado sabendo do pedido do ex-jogador. "Diego queria me ver, muita gente que estava ao lado dele me disse. Eu não falava com ele. Mas queria [encontrá-lo]. Me pus à disposição quando vi que estava mal em seu aniversário” afirmou ela, segundo o "Clarín".

As responsáveis pela velório de Maradona  foram Claudia Villafañe, ex-mulher, e as filhas dela com Maradona, Dalma e Gianinna.

Dalma e Giannina já tinham tido problemas com Rocio. A responsabilizavam pelo estado debilitado que ele apareceu em algumas festas, enquanto os dois estavam juntos. Maradona chegou a gravar um vídeo em que ameaçava não deixar herança para as duas filhas depois das declarações.

Reportagem recente do "Clarín", publicada em 14 de junho deste ano, tratava de outra discórdia entre as três e o advogado e amigo de longa data do craque, Matías Morla.  Diego, na ocasião, saiu em defesa do amigo.

"Ele me salvou a vida em todos os sentidos. Eu estava arruinado quando começamos a trabalhar juntos. Ninguém queria me contratar." Ele ainda afirmou: "Tenho outros filhos, e eles se dão bem com Matías. O que acontece é que as meninas decidiram estar com a mãe, e Matías é quem me defende de Claudia. Elas precisam entender que ele está me defendendo de quem me roubou".

Fato é que Maradona tinha problemas pessoais aos montes, e todos que fizeram parte de sua vida acabaram envolvidos --direta ou indiretamente.

Foto: PrerssfromMaradona, Claudia Villafañe e filhas
Maradona, Claudia Villafañe e filhas

Com informações do UOL e Terra