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PRF apreende 650 kg de lula, camarão, peixe e queijo na BR-343 em Parnaíba

A carga foi retida após fiscalização de rotina, e o caso será investigado por possível crime contra a ordem tributária


Reprodução PRF apreende 650 kg de lula, camarão, peixe e queijo na BR-343 em Parnaíba
PRF apreende 650 kg de lula, camarão, peixe e queijo na BR-343 em Parnaíba

A Polícia Rodoviária Federal (PRF) apreendeu 650 quilos de alimentos perecíveis transportados sem documentação fiscal e sanitária na BR-343, em Parnaíba. A carga, composta por queijo e pescados, foi retida após fiscalização de rotina, e o caso será investigado por possível crime contra a ordem tributária.

O que aconteceu

A apreensão ocorreu na manhã de terça-feira (9), durante uma operação de fiscalização da PRF no km 33 da BR-343, em Parnaíba, litoral do Piauí.

Durante a ação, os policiais abordaram um caminhão baú Ford Cargo 815 que seguia de Parnaíba para Teresina. Na vistoria, foram encontrados diversos alimentos armazenados em caixas de isopor, sem qualquer documentação que comprovasse a origem dos produtos ou autorizasse o transporte da carga.

De acordo com a PRF, o responsável pela transportadora compareceu ao local e confirmou não possuir os documentos exigidos para o transporte das mercadorias.

Diante da irregularidade, a Vigilância Sanitária de Parnaíba foi acionada para realizar a inspeção da carga. Após análise, o órgão determinou a apreensão administrativa de todos os alimentos devido à ausência de comprovação de procedência e às condições inadequadas de transporte.

Entre os produtos apreendidos estavam cerca de 100 quilos de queijo e 550 quilos de pescado, incluindo camarão, peixe e lula, totalizando aproximadamente 650 quilos de alimentos perecíveis.

Além das medidas adotadas pela Vigilância Sanitária, o caso foi encaminhado aos órgãos competentes para apuração de possível crime contra a ordem tributária, já que a mercadoria não estava acompanhada de documentação fiscal.

A PRF destacou que o transporte irregular de alimentos representa risco à saúde pública, dificulta a rastreabilidade dos produtos e pode gerar sanções administrativas, tributárias e criminais.

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