Segurança Pública

PF desmonta esquema de contrabando de medicamentos após prisão de casal em Teresina

Casal foi preso no Aeroporto de Teresina por contrabando de canetas emagrecedoras do Paraguai


Reprodução PF desmonta esquema de contrabando de medicamentos após prisão de casal em Teresina
PF desarticula esquema após prisão por contrabando de medicamentos em Teresina

A Polícia Federal prendeu um casal em flagrante no Aeroporto de Teresina por transportar canetas emagrecedoras contrabandeadas do Paraguai. Dias depois, a Operação Falso Clique cumpriu mandados e apreendeu medicamentos irregulares vendidos ilegalmente pela internet, sem autorização da Anvisa.

O que aconteceu

A Polícia Federal prendeu, na última sexta-feira (8), um casal suspeito de transportar canetas emagrecedoras contrabandeadas no Aeroporto de Teresina, na zona Norte da capital. Segundo as investigações, os medicamentos estavam nas bagagens dos passageiros e não possuíam documentação regular.

Além dos remédios, os agentes apreenderam eletrônicos, cosméticos e outros produtos estrangeiros sem comprovação legal. O casal saiu do Paraguai, desembarcou em São Paulo e seguia para Teresina, onde foi autuado em flagrante.

A apreensão contribuiu para o avanço das investigações que resultaram, nesta terça-feira (12), na deflagração da Operação Falso Clique. A ação cumpriu três mandados de busca e apreensão em residências de investigados, por determinação da 3ª Vara Federal de Teresina.

Durante as buscas, a PF encontrou grande quantidade de medicamentos sem registro ou autorização da Anvisa, além de produtos armazenados de forma inadequada e sem origem comprovada. Um dos envolvidos foi conduzido para procedimentos de polícia judiciária.

De acordo com a Polícia Federal, os suspeitos integravam uma rede de comercialização clandestina de medicamentos injetáveis para emagrecimento, vendidos de forma contínua por plataformas digitais. Os produtos eram importados ilegalmente e mantidos sem condições adequadas de refrigeração, colocando consumidores em risco.

Os investigados poderão responder por crimes como contrabando, falsificação de produtos medicinais, infrações sanitárias e lavagem de dinheiro. A operação segue em andamento.

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