Cultura

Margareth Menezes canta “Disparada” para Lula em reencontro histórico da Teia da Cultura

"Disparada", composta por Geraldo Vandré e Théo de Barros, foi imortalizada por Jair Rodrigues no II Festival de Música Popular Brasileira da TV Record em 1966


Reprodução Margareth Menezes canta “Disparada” para Lula em reencontro histórico da Teia da Cultura
Lula e Margareth Menezes

A Teia Nacional dos Pontos de Cultura voltou a reunir representantes da cultura de todo o Brasil após 12 anos sem realização. A abertura da 6ª edição ocorreu nesta quinta-feira (21), em Aracruz, com a presença do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, da primeira-dama Janja Lula da Silva e da ministra da Cultura Margareth Menezes.

Durante o evento, Lula assinou decretos e portarias voltados ao fortalecimento das políticas culturais, entre eles a reestruturação do Conselho Nacional de Política Cultural, a criação da Política Nacional para as Culturas Tradicionais e Populares, além de medidas para incentivar festejos populares e ampliar a rede itinerante MovCEU, com 90 novas unidades culturais em municípios de pequeno porte.

Um dos momentos mais marcantes da cerimônia foi a participação da ministra Margareth Menezes, que cantou à capela a música Disparada em homenagem ao presidente Lula.

"Disparada", composta por Geraldo Vandré e Théo de Barros, foi imortalizada por Jair Rodrigues no II Festival de Música Popular Brasileira da TV Record em 1966. A obra causou comoção nacional e dividiu o primeiro lugar com "A Banda", de Chico Buarque. 

Sobre a Canção "Disparada"

  • Autores: Letra de Geraldo Vandré e melodia de Théo de Barros.
  • Principal Intérprete: O cantor Jair Rodrigues, acompanhado pelo Trio Novo e Trio Maraiá.
  • Ano de Lançamento: 1966. 

Participação no Festival da Canção

A música foi apresentada no II Festival de Música Popular Brasileira da TV Record, realizado em 1966. Com uma letra forte, a toada fez uma crítica social ao comparar a exploração do gado pelos boiadeiros com a opressão das classes sociais mais baixas. 

A apresentação no Maracanãzinho foi apoteótica, e a canção terminou dividindo o primeiro lugar com "A Banda", de Chico Buarque. O empate ocorreu após Chico Buarque se recusar a aceitar o prêmio sozinho caso "Disparada" perdesse, forçando a comissão organizadora a declarar ambas como vencedoras

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