Política

Lula e Netanyahu: o contraste entre um estadista e um criminoso

No mesmo planeta em que milhões de brasileiros recuperam o direito de comer; crianças e adultos palestinos definham de fome. Onde está a diferença?


IA Lula e Netanyahu: o contraste entre um estadista e um criminoso
Lula e Netanyahu: o contraste entre um estadista e um criminoso

No mesmo planeta em que milhões de brasileiros recuperam o direito de comer graças a políticas públicas de um presidente comprometido com seu povo, crianças e adultos palestinos definham de fome sob o comando de um primeiro-ministro acusado de transformar a privação alimentar em arma de guerra.

O estadista que tira um país do mapa da fome

Luiz Inácio Lula da Silva, em seu terceiro mandato, liderou um esforço que devolveu o Brasil ao caminho da dignidade. Em julho de 2025, a ONU anunciou que o país estava oficialmente fora do Mapa da Fome, fruto de uma ação coordenada que retirou mais de 40 milhões de pessoas da insegurança alimentar em apenas dois anos.

O feito exigiu investimento pesado em programas como o Bolsa Família, incentivos à agricultura familiar, políticas de valorização do salário mínimo e distribuição de alimentos para as áreas mais vulneráveis. Hoje, embora 28 milhões de brasileiros ainda vivam em insegurança alimentar, a trajetória é de redução contínua. O Brasil tornou-se exemplo para o mundo — e prova viva de que, com vontade política, é possível reverter quadros históricos de miséria.

O criminoso que impõe a fome como arma

Enquanto isso, na Faixa de Gaza, Benjamin Netanyahu comanda um bloqueio que não só impede a entrada de alimentos, água, medicamentos e combustível, como destrói sistematicamente a infraestrutura que poderia sustentar a vida. Desde outubro de 2023, sob sua gestão, padarias foram bombardeadas, campos agrícolas arrasados e moinhos destruídos.

O resultado é uma catástrofe alimentar sem precedentes: 100% da população de Gaza vive em nível de crise ou pior segundo a escala internacional IPC; quase 1 milhão de pessoas em nível de emergência e 470 mil em nível de catástrofe. Mais de 65 mil crianças sofrem de desnutrição aguda e centenas já morreram de fome, segundo dados da ONU e da Organização Mundial da Saúde.

A fome não é efeito colateral — é estratégia militar. Netanyahu é acusado por organizações de direitos humanos de usar a privação alimentar como ferramenta de guerra, o que configura crime contra a humanidade segundo o Estatuto de Roma.

Duas lideranças, dois legados

O contraste entre Lula e Netanyahu não é apenas de políticas públicas, mas de essência política e moral. Lula governa para garantir direitos básicos, apostando no fortalecimento do Estado e na cooperação internacional para combater a fome. Netanyahu, por outro lado, lidera um governo que deliberadamente destrói meios de subsistência e impede o socorro a civis — um ato que choca pela crueldade e afronta os princípios mais elementares da dignidade humana.

Um é reconhecido como estadista que devolveu ao seu povo a esperança de um prato cheio. O outro é visto por grande parte da comunidade internacional como um criminoso que condena crianças à morte lenta pela fome.

O Brasil, sob Lula, prova que a fome é um problema político e que pode ser erradicada quando há vontade e compromisso. Gaza, sob Netanyahu, é o exemplo brutal de que a fome também pode ser produzida e usada como arma — e que, nesse caso, a responsabilidade tem nome e sobrenome. É a diferença entre governar para salvar vidas e governar para destruí-las.

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