A despedida de Oscar Schmidt, um dos maiores nomes da história do basquete mundial, foi realizada de forma reservada e apenas entre familiares próximos. O ex-jogador morreu na sexta-feira (17), aos 68 anos, e teve a cerimônia marcada pela discrição, sem divulgação de local ou detalhes sobre o velório.
A informação foi compartilhada por meio das redes sociais oficiais do ex-atleta. Na mensagem, a família agradeceu as manifestações de carinho, apoio e solidariedade recebidas desde o anúncio da morte, além de pedir respeito e privacidade neste momento de luto.
Causa da morte não foi divulgada
A causa da morte de Oscar Schmidt não foi oficialmente informada. Segundo relatos, o ex-jogador passou mal em casa e precisou ser levado às pressas ao Hospital Santa Ana, em Santana de Parnaíba, na Grande São Paulo. Pouco depois da internação, a morte foi confirmada.
Causa da morte não foi divulgada
Ídolo do esporte brasileiro, Oscar enfrentava há mais de 15 anos um tumor cerebral. Em nota, a família destacou a postura do ex-atleta diante da doença, ressaltando sua força e resiliência. “Enfrentou com coragem, dignidade e resiliência a sua batalha, mantendo-se como exemplo de determinação, generosidade e amor à vida”, diz o comunicado.
Legado eterno no basquete mundial
Conhecido como “Mão Santa”, Oscar Schmidt construiu uma das carreiras mais brilhantes da história do basquete. Ele disputou cinco edições dos Jogos Olímpicos e é reconhecido como um dos maiores pontuadores de todos os tempos no esporte.
Sua morte encerra um capítulo histórico do esporte brasileiro, deixando um legado que ultrapassa as quadras e inspira gerações de atletas e fãs.