Aos 27 anos, Daniela Lopes da Silva enfrentou uma gestação de alto risco durante sua terceira gravidez. Com acompanhamento constante na Nova Maternidade Dona Evangelina Rosa, precisou de internações frequentes e medicamentos, até que o parto prematuro salvou sua vida e a do filho, Adiran Gabriel.
O que aconteceu
Daniela Lopes da Silva iniciou sua terceira gestação enfrentando sintomas graves, como dores e risco de sangramentos, exigindo atenção médica contínua. A gestação, considerada de alto risco, foi acompanhada na Nova Maternidade Dona Evangelina Rosa, inaugurada em julho de 2023 e especializada em atendimento a gestantes e recém-nascidos em situações delicadas. A unidade oferece equipe multidisciplinar, incluindo obstetria, neonatologia, psicologia e fisioterapia, com suporte clínico e emocional.
No final de dezembro de 2025, Daniela apresentou perda de movimentos no lado direito do corpo, permanecendo horas sem conseguir se mexer. Após internações sucessivas e acompanhamento neurológico, os médicos decidiram antecipar o parto. Aos 31 semanas de gestação, o filho, Adiran Gabriel, nasceu prematuro e precisou de quase um mês de UTI neonatal.
Daniela enfrentou complicações graves, como perda de memória e dificuldade em reconhecer familiares. Com apoio da equipe, recuperou gradualmente lembranças e sua identidade. Após semanas de internação, incluindo UTI materna e enfermaria, mãe e filho receberam alta no mesmo dia, encerrando uma trajetória marcada por riscos, cuidados intensivos e um desfecho positivo graças ao atendimento humanizado.