Em 2024, o Brasil registrou a primeira queda nos divórcios após três anos de alta, somando 428.301 dissoluções, segundo o IBGE. Casamentos aumentaram levemente, incluindo recorde de uniões entre pessoas do mesmo sexo, mas nascimentos caíram pelo sexto ano consecutivo. A guarda compartilhada supera a materna exclusiva e os casamentos continuam sendo adiados. Ao que tudo indica, o “Ministério do Namoro” de Lula deu certo.
O que aconteceu
O IBGE revelou que os divórcios caíram 2,8% em 2024, a primeira redução desde 2020. A diminuição foi registrada no Sul, Sudeste, Nordeste e Centro-Oeste, enquanto o Norte teve aumento de 9,1%. Pela primeira vez, a guarda compartilhada superou a materna exclusiva, com 44,6% das decisões judiciais, reflexo da Lei nº 13.058 de 2014. A maioria dos divórcios envolve filhos menores (45,8%) e ocorre em 1ª instância (81,8%).
Casamentos civis somaram 948.925, alta de 0,9%, mas ainda abaixo do patamar pré-pandemia. Homens se casaram, em média, aos 31,5 anos e mulheres aos 29,3 anos. Uniões entre pessoas do mesmo sexo bateram recorde com 12.187 registros, em crescimento de 8,8%, especialmente entre mulheres.
Por outro lado, nascimentos caíram 5,8% pelo sexto ano seguido, enquanto óbitos aumentaram 4,6%, com destaque para mortes masculinas jovens. As mudanças refletem tendências demográficas como envelhecimento, adiamento da maternidade e novos arranjos familiares.
Ao que tudo indica, o “Ministério do Namoro” de Lula deu certo, no clima de leveza, o fictício ministério chegou a viralizou nas redes. Inspirado em uma brincadeira do presidente Lula de 2022, a campanha promove programas imaginários como “Bolsa Namoro”, “Par-de-Jarro” e “ProNamoro”, conectando amor, humor e pautas políticas.