Iasmin Dias recusa convite para suplência ao Senado

Decisão é motivada por planejamento pessoal e mantém apoio a aliados do PT no Piauí

A arquiteta Iasmin Dias, filha do ministro Wellington Dias, desistiu de integrar como suplente a chapa ao Senado do deputado Júlio César (PSD) nas eleições de 2026. Ela citou razões pessoais, profissionais e familiares, agradeceu apoios recebidos e reafirmou seu compromisso político com o PT e com o Piauí.

O que aconteceu

A arquiteta Iasmin Dias anunciou nesta segunda-feira (22) que não aceitará o convite para ser suplente na chapa ao Senado do deputado federal Júlio César (PSD), pré-candidato nas eleições de 2026. Nos últimos meses, seu nome vinha sendo cotado para a vaga dentro das articulações da base governista.

A decisão, segundo ela, foi tomada após reflexão sobre seu planejamento pessoal, profissional e familiar. Em manifestação pública, Iasmin agradeceu as demonstrações de apoio e a confiança de lideranças políticas envolvidas na indicação.

Ela fez agradecimento especial ao próprio Júlio César e à senadora Jussara Lima (PSD), que apoiavam sua participação na composição da chapa. Iasmin afirmou que a escolha foi tomada com tranquilidade e não representa afastamento da política.

Filiada ao PT desde 2017, ela ressaltou que sua atuação pública começou antes mesmo da filiação, ligada ao acompanhamento de políticas sociais e iniciativas de transformação social. Disse ainda que seguirá atuando em pautas como saúde mental, inclusão da população neurodiversa, acolhimento de famílias e ampliação de oportunidades.

No mesmo posicionamento, declarou apoio à ex-vereadora Rosário Bezerra (PT) para a suplência ao Senado na chapa de Júlio César. Também reafirmou apoio às pré-candidaturas de Júlio César (PSD) e Marcelo Castro (MDB), à reeleição do governador Rafael Fonteles (PT) e ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

A saída de Iasmin ocorre em meio às negociações políticas para a definição das vagas de suplência ao Senado dentro da base aliada no Piauí.