O governo federal anunciou R$ 1,2 bilhão para construir 541 unidades de saúde em 505 municípios, com impacto estimado em 11 milhões de pessoas e início imediato das obras. A ação, a maior do Novo PAC Saúde, busca ampliar o acesso e reduzir desigualdades regionais no SUS.
O que aconteceu
O governo Lula (PT) autorizou o repasse de R$ 1,2 bilhão para a construção de 541 unidades de saúde em todo o país. As obras contemplam Unidades Básicas de Saúde (UBS), Centros de Atenção Psicossocial (Caps) e Centros Especializados em Reabilitação (CER), ampliando a rede pública em 505 municípios.
Segundo o governo, trata-se do maior volume de recursos já liberado em uma única etapa do Novo PAC Saúde. A medida deve beneficiar diretamente cerca de 11 milhões de pessoas e começa com execução imediata, graças ao modelo de transferência fundo a fundo, que agiliza o início das obras após a emissão das ordens de serviço.
A iniciativa reforça a articulação entre União, estados e municípios, com foco na redução de desigualdades regionais e no fortalecimento do Sistema Único de Saúde (SUS). O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, destacou que os investimentos ampliam a presença do Estado em áreas com carência de infraestrutura, especialmente em saúde mental e reabilitação.
Com os novos projetos, o Novo PAC Saúde deve alcançar cerca de 85% das obras previstas em andamento ou concluídas, somando mais de 2,8 mil iniciativas, incluindo policlínicas, maternidades e UBS indígenas.
A expansão também integra o programa Agora Tem Especialistas, voltado à ampliação do acesso a consultas, exames e cirurgias, com ações como mutirões, unidades móveis e reforço da rede existente. Além dos impactos na saúde, o investimento deve impulsionar economias locais, gerando emprego e renda nos municípios atendidos.