A ex-bailarina do Faustão, Pablinny Pedersoli, se envolveu em um incidente em voo devido a questões referentes à bagagem de mão, o que requisitou a intervenção da Polícia Federal. Em 16 de junho, um boletim de ocorrência foi registrado, apresentando diferentes versões dos envolvidos. O voo só prosseguiu após a ex-bailarina ser desembarcada, com a situação etiquetada como não criminal.
Conforme relatado pelo agente federal encarregado, Pablinny inicialmente consentiu em deixar a aeronave para evitar constrangimentos. No entanto, a situação rapidamente escalou quando ela acusou um funcionário de agressão, reacendendo o tumulto. "Ao entrar na aeronave, Pablinny estava disposta a sair para não ser constrangida, mas logo acusou um funcionário de a ter empurrado, gerando novo tumulto", conforme relato do agente.
Pablinny Pedersoli e sua perspectiva
Pablinny confessou que foi instruída a despachar sua bagagem, mas alegou que solicitou, sem sucesso, uma declaração de bens antes de fazê-lo. Após concordar com o despacho, com a etiqueta já afixada, foi surpreendida ao não poder permanecer no voo. Ela declarou ter sido "constrangida, humilhada e coagida por funcionários da companhia aérea".
Segundo Pablinny, houve violência psicológica durante todo o desenrolar do atendimento, além de alegações de ter sido fisicamente empurrada durante a remoção de sua bagagem da aeronave. Essas denúncias foram complementadas com relatos dos funcionários da companhia citados no boletim de ocorrência, delineando a confusão antes da decolagem prevista.
Os relatos dos funcionários descrevem uma tentativa de mediação que piorou quando Pablinny, após ser solicitada a despachar a bagagem por falta de espaço nos compartimentos, retirou a etiqueta sem autorização. Em resposta à contínua resistência, o comandante ordenou sua remoção do voo.
Contrapondo as acusações de Pablinny, o funcionário citado negou qualquer empurrão, alegando que ela o teria empurrado ao tentar ajudar com a bagagem. Ele relata que, nessa ação, Pablinny reassumiu seu assento e se recusou a abandonar o local. Testemunhas, incluindo duas comissárias de bordo, confirmaram a sequência dos eventos, que culminaram na chamada da Polícia Federal para efetuar a remoção de Pablinny da aeronave. O incidente foi formalizado como ocorrência não criminal.