Núbia Oliiver, 52, surpreendeu ao revelar em um podcast os dez famosos com quem já se relacionou, misturando nomes do futebol, da televisão e da música. Além das conquistas, contou ter levado “foras” de técnicos de futebol, reforçando o tom inusitado do relato.
O QUE ACONTECEU
O que começou como uma conversa descontraída em um podcast terminou como um verdadeiro inventário da memória afetiva da fama brasileira. Aos 52 anos, Núbia Oliiver decidiu abrir o álbum — sem filtros, sem meias-palavras e com um grau de franqueza pouco comum até mesmo no universo das celebridades.
Durante participação no Papagaio Falante, apresentado por Sérgio Mallandro e Renato Rabelo, a modelo e atriz resolveu eleger, em tom de confissão pública, os dez famosos com quem já teve relações sexuais. O resultado soa como uma improvável escalação que mistura futebol, televisão, cinema e música sertaneja — um verdadeiro “amistoso interestelar” da cultura pop nacional.
A lista começa com Vampeta, ex-Corinthians e campeão do mundo em 2002, apontado como o primeiro nome citado. O encontro, segundo ela, terminou em um jantar classificado como “desastroso”, desses que entram para o folclore pessoal. O futebol, aliás, domina boa parte da relação: Edmundo, Djalminha, Luizão e Alex Silva também aparecem no ranking, compondo um verdadeiro esquadrão de ex-jogadores.
Do campo para os palcos e estúdios, a relação segue com atores conhecidos do grande público. Eri Johnson recebeu elogios diretos, descrito como uma experiência “bem satisfatória”. Alexandre Frota surge como outro nome da dramaturgia, ao lado de Humberto Martins e Gerson Brenner — este último, segundo Núbia, foi mais do que um affair e chegou a ser namorado.
A música também entrou na conta: o cantor sertanejo Eduardo Costa fecha a lista, reforçando o caráter eclético da seleção.
Mas nem tudo foi vitória. Núbia contou que também acumulou derrotas memoráveis. Revelou ter levado “foras” de dois treinadores de futebol: Vanderlei Luxemburgo e Mano Menezes. No caso de Luxemburgo, a investida foi direta e frustrada. Já com Mano, houve tentativa indireta, por recado, igualmente sem sucesso. Segundo ela, não houve acesso, nem prorrogação.
Entre lembranças, recusas e episódios dignos de roteiro improvável, Núbia Oliiver transformou uma simples entrevista em um curioso retrato da interseção entre fama, desejo e cultura pop brasileira — daqueles relatos que deixam o ouvinte dividido entre o espanto, o riso e a incredulidade.