A morte da corretora de imóveis Daiane Alves, de 43 anos, foi causada por traumatismo cranioencefálico provocado por disparos de arma de fogo. O corpo foi encontrado em Goiás após mais de um mês de desaparecimento, encerrando um caso marcado por investigação policial, confissão do suspeito e histórico de conflitos.
O que aconteceu
O atestado de óbito de Daiane Alves confirmou que a corretora foi assassinada por projéteis de arma de fogo, resultando em traumatismo cranioencefálico. A informação consta em documentos oficiais, com base em dados da Polícia Civil de Goiás, responsável pela investigação.
Daiane ficou desaparecida por cerca de 40 dias. Ela foi vista pela última vez ao entrar no elevador do prédio onde morava, em Caldas Novas, até que o corpo foi localizado e a morte oficialmente confirmada. O caso mobilizou familiares e autoridades ao longo das buscas.
Segundo a apuração policial, o principal suspeito é Kleber Rosa de Oliveira, síndico do edifício onde a vítima residia. Ele confessou o crime na última quarta-feira, dia 28, conforme registro das autoridades. A investigação indica que o homicídio foi precedido por um histórico prolongado de desentendimentos entre os dois.
De acordo com o inquérito, as desavenças duravam mais de um ano e estavam relacionadas à administração de apartamentos pertencentes à família de Daiane dentro do condomínio. O conflito gerou mais de 12 processos judiciais, com acusações como perseguição, sabotagem, abuso de poder e agressão física.
O velório de Daiane Alves está marcado para esta quarta-feira, dia 4, no Cemitério e Crematório Parque dos Buritis, em Uberlândia (MG). A Polícia Civil segue com os trâmites finais do caso após a confissão e a confirmação oficial da causa da morte.