Charlie Sheen firma acordo sobre pensão dos filhos com Brooke Mueller

Sheen e Mueller resolvem disputa judicial por pensão dos gêmeos Bob e Max.

Charlie Sheen fechou um acordo significativo com Brooke Mueller, encerrando a disputa judicial sobre a pensão alimentícia dos filhos gêmeos, Bob e Max, atualmente com 17 anos. Conforme documentos judiciais revelados, o ator concordou em pagar US$ 500 mil, aproximadamente R$ 2,73 milhões, para liquidar pendências em relação ao compromisso firmado entre eles.

O pagamento está planejado para acontecer em duas etapas: metade deverá ser paga até 10 de julho, e o saldo restante, até 1º de setembro. Este acordo finaliza todas as obrigações de Sheen quanto à pensão alimentícia e aos juros acumulados desde março de 2011 até julho de 2026.

A partir de julho deste ano, o acordo prevê que Charlie Sheen e Brooke Mueller passarão a cobrir individualmente as despesas dos filhos quando estiverem sob seus respectivos cuidados. Eles continuarão compartilhando a guarda legal dos gêmeos, com a condição de que Mueller permaneça sóbria. Se houver uso de substâncias por parte de Mueller, Sheen assumirá a guarda exclusiva até novas decisões judiciais ou entendimento privado.

A guarda física dos gêmeos continuará com Sheen, mas Mueller manterá o direito a visitas flexíveis, conforme acordado entre os dois. Esta resolução vem na sequência das alegações de Brooke Mueller, que declarou à justiça que Sheen havia falhado em cumprir seus deveres financeiros com pagamentos substanciais de pensão alimentícia em anos recentes.

De acordo com os documentos judiciais, Sheen teria uma dívida acumulada significativa, que chega a aproximadamente R$ 83,4 milhões. Desse montante, US$ 8.967.600 são relativos aos pagamentos atrasados, enquanto US$ 6.418.643 referem-se aos juros acumulados.

Mueller também solicitava que o valor fosse pago em até 30 dias, além de cobrar US$ 25 mil em honorários advocatícios. Um acordo firmado em abril de 2010 previa um pagamento mensal de US$ 55 mil de pensão alimentícia. Segundo ela, os depósitos ocorreram regularmente até julho de 2011, quando passaram a ser parciais ou cessaram totalmente.