Na manhã desta quarta (18), a ministra Cármen Lúcia revelou ter sido informada sobre uma ameaça de morte envolvendo suspeita de bomba antes de participar de um evento em Brasília. Ela afirmou estar bem, disse não saber se o caso é verídico e tratou o episódio com tranquilidade.
O que aconteceu
Durante palestra no Centro Universitário de Brasília (UniCeub), a ministra do Supremo Tribunal Federal (STF) e presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) comentou publicamente que havia sido alertada sobre uma possível bomba direcionada a ela. A informação teria chegado enquanto se deslocava para o evento.
Apesar da gravidade, Cármen Lúcia minimizou o episódio e fez um comentário bem-humorado, afirmando que não morreria “de jeito nenhum”. Ela também ressaltou que estava em segurança e que a ameaça não teria impacto sobre sua atuação.
A ministra declarou ainda que seus advogados foram acionados rapidamente após o alerta e destacou a agilidade na resposta. Ao mesmo tempo, ponderou que não tinha confirmação sobre a veracidade da ameaça, embora o caso estivesse sendo divulgado.
Nos últimos anos, a segurança de ministros do STF tem sido reforçada devido ao aumento de ameaças. A Polícia Judicial é responsável pela proteção das autoridades e das instalações, atuando também em situações de risco.
Até o momento, nem a assessoria do Supremo nem a Polícia Judicial se pronunciaram oficialmente. O episódio ocorre em um contexto de atenção redobrada, especialmente após o ataque com explosivos registrado em novembro de 2024 em frente ao STF.