Este “card” vem circulando na internet com mais força nos últimos dias. Com as queimadas na Amazônia e a deixa do presidente da República de que, possivelmente, a origem do fogo poderia ser de ONGs, seu exército de robôs internéticos não perdoou e disseminou a mentirosa mensagem aí exposta.
Exército de robôs formado por maquinas. E por humanos, também, mas neste caso, sem cérebro. Eles não raciocinam, estão dopados para conclusões óbvias, eles repetem tudo que interessa ao Capitão. E olhe que muitos foram críticos dos petistas por, insistentemente, defenderem Lula.
O exército bolsominico não está a fim de informação, dados e um debate salutar. Bolsonaro disse, “tá falado”. A partir daí, parte-se para ridículas defesas das teses do Capitão.
Defendem até o cocô de Bolsonaro.
O “card” é mentiroso. Há inúmeras ONGs atuando no Nordeste brasileiro – bem como, em todas as outras regiões do Brasil. A intenção não é debater pontos de vistas. A intenção é defender o Capitão, mesmo que com o uso de mentiras.
Bolsonaro não tem um Plano de Governo para tratar do país a partir do ponto de vista da coisa pública. Do interesse geral. O Plano de Governo de Bolsonaro é beneficiar milicianos, ruralistas, garimpeiros e, é claro, o próprio clã Bolsonaro.
Bem, a partir daí, ferre-se quaisquer outros interesses. Ferrem-se as instituições públicas, os trabalhadores, empresários, etc.
Para manter a tropa unida, Bolsonaro lança mão de duas ações. Dinheiro para o pagamento dos robôs (maquinas) e a disseminação do ódio para alimentar seus robôs humanos. Como o Plano de Governo deles exclui a esfera pública e beneficia a poucos, eles precisam estar permanentemente brigando com alguém. Na campanha eleitoral era com os petistas. Agora, no governo, Bolsonaro vai elegendo os inimigos de momento a fim de que seu exército mantenha-se em ação. Bolsonaro já incitou a tropa contra artistas, contra as universidades, agora, contra ONGs.
Este “card” mentiroso é apenas uma ação premeditada de quem não tem o que propor ao país.