Terça-feira, dia 8, passou em campanha pelo Piauí, o presidente da Câmara Federal, Rodrigo Maia. Ele pleiteia a reeleição à frente do legislativo federal. Foi recebido pelo governador do PT, Wellington Dias, por seis deputados federais, mais Assis Carvalho e Rejane Dias (PT), totalizando 8 dos 10 deputados do Piauí.

Na ocasião, tratamos do assunto aqui no pensarpiaui. Veja: http://pensarpiaui.com/rodrigo-maia-o-piaui-e-a-eleicao-da-camara-federal/

No dia seguinte (9) a Folha de São Paulo estampava em manchete:

Maia descarta apoio do PT, e deputados do partido se dizem surpresos

No inicio do corpo da matéria, o jornal paulista afirma: “O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ) descartou nesta quarta (9) a possibilidade de o PT fazer parte do bloco que se une em torno de sua candidatura à reeleição.”

Na verdade Rodrigo Maia fez dois movimentos.

O primeiro: foi fiel a sua linha de pensamento antipetista. Não custa repetir seu voto a favor do impeachment de Dilma Rousseff. Ali, Maia expressa com nitidez extrema, o que pensa do PT.

O segundo movimento: arregou! A bancada do PSL (a segunda maior da Câmara), exigiu fim de conversações com o PT e Maia obedeceu cordeiramente.

Ou seja, Maia se reune com petistas. Eles o recebem de forma republicana mas logo em seguida são “deixados a ver navios”.

Do episódio, o que se conclui?

Que o PT apanha e não aprende!

 

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