Nesta sexta-feira (14), o povo brasileiro vai às ruas contra a reforma da Previdência, os cortes na educação e o governo Bolsonaro. Em Teresina, o ato terá início às 8h, na Praça Rio Branco.

Organizada pela Central Única dos Trabalhadores (CUT) e demais centrais sindicais – CTB, Força Sindical, CGTB, CSB, UGT, Nova Central, CSP- Conlutas e Intersindical -, a greve ganhou a adesão de bancários, professores, metalúrgicos, químicos, portuários, trabalhadores rurais, agricultores familiares, metroviários, motoristas, cobradores, caminhoneiros, trabalhadores da Educação, da saúde, de água e esgoto, dos Correios, da Justiça Federal, eletricitários, urbanitários, petroleiros, enfermeiros, vigilantes, servidores públicos federais, estaduais e municipais, entre outras categorias que estão aprovando a paralisação em assembleias.

Os estudantes e docentes das universidades Federal e Estadual de todo país também vão aderir ao movimento. O Sindicato dos Trabalhadores em Educação Básica Pública do Piauí (SINTE) convoca manifestação no mesmo horário em frente ao Palácio de Karnak e anuncia que vai deflagrar greve por tempo indeterminado na luta pelo reajuste de 4,17%, que a princípio o Estado propôs pagar em forma de auxílio alimentação. O Estado está legalmente impossibilitado de atender a categoria em decorrências dos limites impostos pelo Lei de Responsabilidade Fiscal com gastos de pessoal.

Vale lembrar que Estado do Piauí já paga acima do piso nacional dos professores. O salário base inicial de um professor com formação de nível médio magistério nível I é de R$ 2.910,33. O piso nacional definido pelo Ministério da Educação para o ano de 2019 é de R$ 2.557,74. Portanto, os professores piauienses recebem R$ 352,59 a mais, sem considerar gratificações. Os 4,17% correspondem a R$ 106,66 (em relação ao piso nacional).

COMPARTILHAR

Comentários no Facebook

DEIXE UMA RESPOSTA

Please enter your comment!
Please enter your name here