Em 2014 Dilma Roussefff ganhou uma eleição que não foi reconhecida pelos perdedores.

Em 2016, depois de 52 anos, o pais passou por um novo golpe de Estado – sem crime de responsabilidade, uma presidenta honesta foi arrancada do cargo.

Em 2018, o Brasil passou por novas eleições e elegeu o candidato representante da extrema direita.

Apesar do que aconteceu antes e durante o processo eleitoral, Bolsonaro ganhou e será o presidente do Brasil a partir de 01 de janeiro de 2119. As forças de esquerda e progressistas do Brasil devem respeitar aquilo que se convencionou chamar de “instituições”. Esse respeito (e contínua cobrança) serão didáticos para com a população.

Afirmar isso, não significa dizer que as forças de esquerda e progressistas do Brasil devem se calar diante do governo Bolsonaro. Ao contrário. No Congresso Brasileiro, os representantes destes segmentos devem exercer forte oposição e, fora do Congresso, é preciso se fazer a Frente Nacional pela Democracia.

Compõem esta frente partidos políticos, movimento sindical, movimento popular, entidades gerais, pessoas físicas e jurídicas. Ninguém deve reivindicar hegemonismo e todos devem se submeter ao “programa” da frente.

Não é hora de se falar em 2022 – próxima eleição presidencial. Até lá é exercer o democrático direito de ser oposição e fazer a crítica que o governo necessitar. Na oportunidade, partidos lançarão seus candidatos – a hora, agora, é de união de todos aqueles que prezam pela democracia.

Aqui ficam algumas sugestões do que pode vir a ser o programa da Frente Nacional pela Democracia:

  1. Democracia acima de tudo e estado laico;
  2. Respeito a Constituição;
  3. Soberania nacional
  4. Valorização dos direitos humanos;
  5. Medidas econômicas que combatam o desemprego;
  6. Autonomia para as universidades;
  7. Estado republicano.

Atualizando: Veja mais, neste vídeo do deputado Paulo Pimenta, após conversa com Fernando Haddad

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