O que não vai faltar nos próximos dias são análises e mais análises do porque da derrota de Fernando Haddad, Ciro Gomes e Guilherme Boulos para a presidência da República.

A votação de Boulos foi bem pequena, também a de Vera Lúcia do PSTU, haverá menos linhas sobre eles. Haddad, foi o derrotado do segundo turno e candidato do PT – o partido hegemônico  da esquerda. Muito já se fala, e muito ainda se analisará sobre a dupla Haddad/PT. Ciro, dos representantes da esquerda foi o mais estridente, mais barulhento. A Folha de SP de hoje expõe todo o seu ressentimento numa longa entrevista.

Ciro quer ser “o cara” contra o Bolsonaro e contra o PT. Conseguirá? Cravo a resposta no não.

O PT tem alguns defeitos, mas é um partido político na concepção da palavra. Atualmente Ciro usa a sigla do PDT, mas, qual é mesmo o seu partido?

Bolsonaro ganhou domingo, mas o jogo não se encerrou naquele dia.

Com o resultado das urnas de domingo o Brasil precisa se unir em torno da defesa intransigente da democracia e de valores civilizatórios, as diferenças partidárias e de personalidades devem ficar para lá de segundo plano.

Agora, é um momento de ajuntamento de TODOS os brasileiros que queiram uma Nação democrática e civilizada, 2022 não pode estar no horizonte.

A pessoa/organização que conseguir galvanizar este sentimento por dias mais humanos e de respeito ao próximo arrebatará a atenção daqueles eleitores que domingo passado votaram em Fernando Haddad, de muitos daqueles que se abstiveram de depositar seu voto e, até, de muitos daqueles que votaram no presidente eleito.

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