O vereador Edilberto Borges, o Dudu, e a deputada Lucy Soares protagonizaram o debate politico de Teresina nesta semana.

Lucy disse que, Firmino Filho, estava preparado para ser governador em 2022.
Dudu, em momento infeliz, disse que Firmino deveria cuidar da própria cozinha – numa clara alusão ao matrimônio dos dois políticos e, numa, condenável expressão de machismo.
Dudu, calado é música de alta qualidade.
Lucy Soares, de forma assessorada e/ou de maneira espontânea, se aproveitou da oportunidade. Empunhou o discurso feminista e passou a pregar que “lugar da mulher é onde ela quiser”.
Esta claro para todos o quão machista é a sociedade brasileira, no caso, a piauiense. Tão machista que tem números inexpressivos da representação feminina na política.
Lugar de mulher é onde ela quiser. Disto não resta dúvida. O problema é discutirmos a representação política.
Independente de mulher ou homem a pessoa devia pleitear um cargo político após mostrar à sociedade um trabalho de relevância. No campo profissional, na militância social…enfim.
O matrimonio não deveria ser escada para a eleição de ninguém. Seja homem ou mulher.
Lucy vai ter que trabalhar e ralar muito para se ver livre da sombra do marido, Firmino Filho.
Assim como o Dudu tem trabalhado e ralado para mostrar que pode ser mais que o Dudu da Trindade.
Que o Dudu deixe de ser machista.
Que a Lucy não empunhe bandeiras autenticas, por oportunismo.

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